Como era o som nos transportes públicos antes do Sound Branding?

Durante muito tempo, o som nos transportes públicos era tratado apenas como um recurso funcional. As comunicações eram gravadas, muitas vezes eram amadoras ou gravadas pelos próprios funcionários das empresas sem nenhuma estratégia por trás.

Não havia um cuidado com a qualidade da voz, dos textos, do som, nem com a experiência dos passageiros. O som cumpria apenas um papel informativo com textos exclusivamente técnicos, vozes tradicionais demais ou sem experiência em comunicação. E, na prática, isso significava uma experiência pouco agradável para quem utilizava esses espaços diariamente.

A Zanna Sound começou essa história quando implementou o Sound Branding no Metrô do Rio. O primeiro meio de transporte do mundo a ter uma identidade sonora própria. Hoje, a música tema do maior e mais completo case do segmento, é dita pelos passageiros como “o tema da cidade e a voz do metrô, Zanna, também dita como “a voz do Rio de Janeiro”.

Quando o som deixa de ser aviso e vira experiência?

A mudança acontece quando o som passa a ser percebido como parte fundamental da experiência e da navegação desses espaços. Não se trata apenas de comunicar, trata-se de como comunicar e de sentir.

Estudos sobre Marketing Sensorial e experiência do usuário mostram que o som influencia diretamente a percepção, o comportamento e o estado emocional das pessoas.

A partir dessa percepção, os primeiros cases de paisagem sonora e experiência do usuário sonora foram criados pela Zanna Sound no Brasil, e esse fato afirma a importância do Sound Branding nesses meios e para marcas de todos os segmentos.

Esse tema já vem sendo explorado por nós ao analisar como o som influencia comportamento e percepção humana.

Transportes Públicos Sound Branding

A chegada do Sound Branding nos transportes públicos

O Sound Branding começa a ser aplicado nos transportes como uma forma de organizar,  qualificar e criar uma comunicação envolvente. Não é apenas sobre melhorar o áudio, mas sim criar uma identidade sonora coerente e transformadora.

O que antes era apenas um alerta, agora passa a incluir: uma música que identifica a marca; uma voz alinhada aos seus atributos de personalidade; um jeito específico de falar (tom verbal falado); os Logotipos Sonoros que organizam as mensagens e os sons que ajudam na navegação.

Esse tipo de estrutura se conecta diretamente com o conceito de experiência sonora que também aparece em outros conteúdos do blog.

O início no Brasil e a transformação no metrô

No Brasil, esse movimento começa com projetos no Metrô do Rio de Janeiro. A proposta foi oferecer uma nova forma de tratar a experiência sonora dentro desses espaços. A comunicação passou a ter um tom humano com a voz de Zanna, para criar uma relação mais próxima e alinhada à identidade da marca.

Uma marca carioca, prática, transformadora que agiliza a vida das pessoas, mas que também é afetiva. A voz, a música e os sons começaram a trabalhar juntos.

Os Logotipos Sonoros passaram a indicar diferentes tipos de mensagens. Isso trouxe mais clareza para a navegação e criou uma experiência mais fluida.

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O metrô do Rio influenciou outros meios?

A partir dos resultados no metrô, o nosso modelo de criação de Identidade Sonora, se expandiu. Foi aplicado em aeroportos como o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos e em redes administradas pela Infraero.

Na época, o projeto chegou a 63 aeroportos no país, e a partir daí se expandiu para outros sistemas de metrôs, trens e VLT ‘s em diferentes regiões como São Paulo, Bahia e Belo Horizonte.

Esse crescimento consolidou o Sound Branding como parte estratégica dos transportes.

Como o som impacta e cria vínculo com as pessoas?

Os resultados mostraram algo importante: o som não apenas organiza, ele cria vínculo afetivo.

A forma como a voz comunica, a música utilizada e os sinais sonoros influenciam diretamente a experiência do passageiro.

Estudos em Neurociência mostram que o som atua no sistema emocional e influencia o comportamento.

Quando bem aplicado, o Sound Branding pode reduzir o estresse, melhorar a percepção do ambiente, criar sensação de acolhimento e fortalecer a relação com a marca.

Esse ponto se conecta diretamente com discussões sobre o impacto emocional do som já abordadas pela Zanna Sound.

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Som, coletivo e bem-estar

Existe um ponto mais amplo nessa discussão, que é a realidade do som também influencia o coletivo.

Ambientes sonoros mais organizados e agradáveis impactam diretamente o humor das pessoas e isso altera a forma como elas se relacionam com o espaço e entre si.

O transporte deixa de ser apenas deslocamento e passa a ser uma experiência.

O Brasil como referência em experiência sonora

O modelo desenvolvido no Brasil pela Zanna Sound passou a chamar atenção no mercado internacional. Outros países começaram a observar e adaptar essa forma de trabalhar o som nos transportes.

Isso posiciona o país como referência em experiência sonora aplicada a espaços públicos. Mais do que tecnologia, trata-se de sensibilidade e de entender o som como uma linguagem importante.

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Para onde o Sound Branding em meio de transporte vai?

O trabalho com Sound Branding nos transportes continua evoluindo. As novas empresas e concessionárias que estão se formando, inclusive com forte participação da China e outros países, já começam com este pré requisito: Uma identidade sonora forte para se diferenciar da operadora anterior.

O som, o Sound Branding, a Identidade Sonora, a Marca Sonora destes espaços são ferramentas comprovada e obrigatória. Em meio de transporte não dá mais para seguir sem cuidar da experiência sonora

Transportes Públicos Sound Branding

Se a revolução do som nos meios de transporte é um assunto que te interessa e você gostaria de saber mais sobre como o Sound Branding pode transformar a nossa experiência de vida na terra, fala com a gente.

O que é Logotipo Sonoro e por que ele é essencial no Sound Branding