Coerência Sonora
Uma marca que desenvolve seu Sound Branding passa por etapas fundamentais: estudo, diagnóstico, definição de atributos, criação do tema musical, do logotipo sonoro, da voz da marca e do tom verbal. A partir disso, é essencial a criação de um manual de uso que oriente equipes e parceiros estratégicos na aplicação correta desses ativos.
No entanto, em muitos casos, esse processo se fragiliza com o tempo. Mudanças de equipe e a falta de treinamento levam a aplicações inconsistentes. Um Sound Branding só se torna forte quando seus ativos sonoros são aplicados de forma contínua em todos os pontos de contato. Isso é coerência sonora
Nas redes sociais, filmes publicitários e conteúdos audiovisuais, o tema musical ou variações dele, a voz da marca e o logotipo sonoro devem estar sempre presentes. O mesmo vale para URA e atendimento telefônico, vinhetas de patrocínio, mensagens em meios de transporte, sonorização ambiente, playlists e a música ambiente de lojas.
Um bom exemplo de coerência sonora é o Metrô do Rio, que mantém, ao longo dos anos, uma identidade sonora reconhecível e amada. A aplicação consistente do tema musical, da voz da Zanna, simpática e confiável e de um tom verbal carioca e descolado nos avisos operacionais e institucionais, faz com que o passageiro reconheça a marca pelo som, criando familiaridade, confiança e conexão afetiva. Sendo citados pelo público como “a voz e o tema da cidade”.
Assim como os ativos visuais, o som precisa de consistência para gerar reconhecimento, vínculo emocional e uma identidade sonora sólida ao longo do tempo.
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